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On Shore: As cartas estão na mesa, e a aposta está feita: O POP NACIONAL MERGULHA NO ELETRÔNICO e ganha um perfil definitivamente com cara de pista de dança!
Se os anos 70 estabeleceram a imagem da era Disco, duas décadas depois a House Music abria caminho para reconsolidação do cenário Dance. De lá para cá, de forma avassaladora, esse gênero veio ganhando corpo no mercado musical proliferando novas tendências na arte de produzir. Na virada do século, já no ano de 2003, talvez um álbum e o surgimento de uma banda tenham um significado ainda maior no conceito que se estabeleceu hoje como Pop Dance. Cialis pharmacy
O Bl ack Eyed Peas assombrou os charts dos 5 continentes com os hits do cd “Elephunk” e virou referência na arte de fazer música Pop. E com um tempero eletrônico que se fixou també m co mo sua marca registrada.
Não à toa, bandas, produtores e artistas de todo planeta viram na arte de Will.i.am, Fergie, Taboo e Apl.de.ap uma fórmula que conquistaria de vez o público acostumado as pistas e FMs mais dançantes. No Brasil, essa inspiração alcançou e ganhou os corações e mentes dos jovens da ban Cialis pharmacyda On Shore. Concebida originalmente como um trio – Marcinho (vocal e baixo), Victor B (vocal e guitarra) e Lekko (bateria) - a On Shore praticamente “migrou” da vertente Pop Rock ao encontrar seu 4º elemento. Com a entr ada de Gabby Benegas, DJ e vocal, a linguagem musical da banda ganhou novos rumos.
“Nossa ideia já era fazer algo com uma pegada mais atual, e encontramos com a Gabby na internet, nas tais redes sociais, e ela estava na busca de alguém com o perfil em que já estávamos caminhando”, explicou Marcinho em entrevista a nossa reportag em. “Nos juntamos e vimos que tínhamos o mesmo ideal – pensávamos em fazer algo com o conceito do Pop que os EUA já consagraram, mas com a cara do nosso som, bem brasileiro”, ele completa. Nos primeiros ensaios a tal “química” se revelou, e em pouco tempo os 4 estavam compondo e preparando as faixas que iam fazer parte de um EP promocional, tudo feito dentro de uma estratégia minuciosamente elaborada por seus produtores.
“Antes, já trabalhávamos com o Ney Marques que, desde a primeira fase do On Shore, era como uma espécie de mentor, cuidando de tudo, marketing, produção... Nesta nova fase, Ney está acompanhado de Michel Skava, jovem produtor que também tem sintonia total com nosso trabalho”, diz Victor B. Para consolidar o projeto, o “dedo” de ninguém menos que Arnaldo Sacomani está na produção final das composições. “Certo dia, ele nos encontrou no estúdio e parou pra ouvir nossas canções. Deu um toque aqui, outro ali... E claro, abraçou o projeto”.
O resultado das primeiras experiências dessa nova fase do On Shore está no EP que reúne cinco faixas que exprimem claramente as influências que determinaram os nov os caminhos da banda. Marcinho, 20, estudioso da música - fez coral durante 8 anos, conservatório, além de intermináveis aulas de baixo – detalha um pouco da construção destas músicas.
“ Tudo parte de um conceito Pop. E ‘Popstar’ ganha um tempero black, levando o clima mais pra uma baladinha bem divertida”. Os vocais e backings receberam o toque de programas que robotizam as vozes, assim como artistas Ke$ha, Usher ou Justin Bieber estão acostumados a imprimir em seus maiores sucessos. “Claro, eles são influências presentes em nosso universo musical, assim como Miley Cyrus, Cobra Starship, Enrique Iglesias e os Black Eyed Peas”, revela Marcinho.
A faixa que entrou na programação das FMs, inicialmente na Metropolitana em SP, é “Veneno”. Os arranjos tem inspiração nos teclados que tem consagrado o top David Guetta, e uma pegada vocal com cara de Taio Cruz. O resultado é um House mais comercial, extremamente Pop e com refrão que o público rapidamente já assimilou nos pocket shows que a banda realizou nos ú ltimos meses no club Tom Jazz em Sampa. VPXL buy on line
No sul do país, a faixa também chegou nas rádios, e não demorou muito para DJs, como a dupla Almir e Fran, apostarem num remix mais Tribal para levar o hit para pistas ainda mais ecléticas. “A gente vê o remix c omo algo muito positivo. A visão do DJ ou do remixer sempre vai nos dar um feedback mais amplo de como nossa música chega até as pistas”, explica Gabby.
“Aceleramos mais o beat quando pensamos na montagem de ‘Money Money’. Ela é toda cantada em inglês e a pegada já é originalmente mais Tribal House, e tem inclusive a participação do Lekko mandando uns raps, que se encaixaram perfeitamente”, detalha Marcinho.
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