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Mary Olivetti chega a cena da Música Eletrônica com a experiencia musical da família e muita competência PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Qui, 09 de Fevereiro de 2012 17:28

TOP DJ Mary OlivettiMary Olivetti, completa em 2012, 10 anos de carreira, incentivada por um amigo DJ, Rafael Gasparian, acabou chegando a cena da House Music no Rio de Janeiro. Com emoções espaciais na Pacha Nuenos Ayres, Rock In Rio 2011 e fechando o ano de 2011, com a Premiação DJ SOUND AWARDS 2011 - Destaque na Cena - DJ House & Electro House – Mulher, recebida no Barra Music.

Vamos então conhecer um pouqiuinho mais deste Destaque feminino, Mary Olivetti, na cena da House Music brasiliera.

1. Quantos anos, nome completo, natural de qual cidade, onde começou a sentir que seguiria a carreira de DJ e depois de produtora musical, vai acontecer naturalmente! O que pensa?

Tenho 28 anos, nasci e cresci no Rio de Janeiro. Música sempre foi algo que tive acesso farto desde a minha infância.

Quando adolescente eu já podia imaginar que era com a música que ia seguir profissionalmente, mas o caminho que escolhi foi uma surpresa pra todos.

Foi no ano de 2002 que comecei a discotecar por influência de um grande amigo DJ, o Rafael Gasparian, que conseguiu perceber em mim o "jeito pra coisa". Desde então não parei mais, aliás, este ano completo 10 anos como DJ, precisamos comemorar!

Sobre minhas produções, estão saindo sim. Para o "Intensity", meu disco que acaba de ser lançado pela 3Plus Music, produzi minha primeira faixa, se chama "You & Me" e foi feita no estúdio do meu pai, Lincoln Olivetti.

Nossa química em estúdio foi a melhor possível, falávamos a mesma língua. Consegui passar algo inédito pra ele, e ele por sua vez me trouxe a maturidade que eu precisava pra produção. Mas de uma maneira geral, estou indo com calma neste novo ramo.

Meu tempo é curto, minhas prioridades são outras no momento e como boa virginiana que sou, não gosto de fazer nada sem ter dedicação e capricho.

2. Mary, os palpites do mestre Lincoln Olivetti, que muito adimiramos também! Tem suas dicas nas escolhas do seu CD, e de eventuais produções suas... E em quais foram mais marcantes?

A real influência do meu pai vem lá de trás. Nasci com alma negra como a dele. Gostamos de ginga, groove e swing.

Tenho certeza que essa minha predileção é resultado de tudo que ouvi e absorvi quando jovem. Na verdade, meu disco estava pronto quando levei pra ele ouvir. As músicas foram de escolha minha.

CD de Mary Olivetti - Intensity via 3 PlusEm "You & Me", minha idéia inicial era fazer algo chic e suave, algo que pudesse ter a sonoridade a qual sempre gostei de ouvir e tocar. Levei três ou quatro referências ao estúdio, músicas de gênios como Grant Nelson, Studio Apartment, os Soulmagic e alguns outros que adoro.

Foi aí que começamos os trabalhos. Agora estou montando o pack de remixes para lançar lá fora.

3. Descreva algumas das melhores emoções que voce passou em sua formação como DJ e suas GIGs que se arrastaram pelo mundo! Como foi a escolha de tocar na abertura de David Guetta! Como foi o intercambio? Conte-nos um pouco das aventuras asiáticas!

Foram muitos momentos bons... e estão sendo! Posso me lembrar com saudade da primeira vez que entrei no ar na Jovem Pan FM Rio, e também de quando cheguei em casa e ouvi o programa gravado em uma fita K7!

Outra grande emoção foi quando toquei na Pacha de Buenos Aires pela primeira vez. Aquela noite foi mágica, algo aconteceu ali e eu não sei explicar até hoje... (risos). Foi lindo! Saí da cabine renovada.

O Rock in Rio foi incrível também, foi grande pra minha carreira e marcante pra minha vida. Eu olhava pra frente e só via amigos cantando comigo. Muito especial, mesmo. Emoções vão e vem na nossa profissão. Costumo dizer que são elas que nos fazem voltar a voar alto novamente, como um golpe de ar em uma asa delta. O que me emociona é ver que posso fazer alguém feliz por algum momento. E que legal isso, né?

A escolha para abrir os shows do Guetta partiu da minha agência. Eu já havia feito duas aberturas pra ele na tour passada, e também para outros "gigantes" gringos. Isso certamente facilitou a escolha do meu nome.

Nao costumo me intimidar com grandes DJs.

Sou uma pessoa de raros ídolos e acho que todos somos capazes.

Sobre as aventuras asiáticas? Ahhh... foram férias inesquecíveis: "eat-pray-love" :)

4. Quais as suas referências musicais (artistas, DJs) internacionais e nacionais?

Aqui no Brasil sou muito fã do DJ Meme, conhece?! Brincadeiras a parte, gosto muito das produções do Marcelo Nassi, acho que são de nível internacional. Lá fora choro quando vejo o Tony Humphries tocar.

Esse cara, e "que" cara, mudou minha percepção musical sobre a House Music. Falando de outros gêneros, sou bastante eclética, voce não acreditaria o quanto. Acordo ouvindo Sublime e durmo com Sinatra. Mas em geral, Mayer Hawthorne, D'Angelo e Erika Badu sempre estão presentes.

5. Mary, tente descrever a sua emoção de poder participar da Premiação DJ SOUND AWARDS 2011 no Barra Music Rio! O que voce pode comentar?

Foi muito legal, certamente o fechamento perfeito para meu ano de 2011 que foi um ano de tantas boas realizações profissionais.

Ganhar este prêmio na minha própria cidade e com tanta gente querida presente se tornou algo ainda melhor. Obrigada DJ Sound pela indicação, e que venham outros, tomara!

Última atualização em Qui, 09 de Fevereiro de 2012 17:57
 
Rodrigo Hasson DJ e Produtor de Progressive House destaque na Cena do Brasil PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Sex, 28 de Outubro de 2011 22:53

Aqui voce vai conhecer um pouco do histórico e c ar VPXL buy on linereira de um dos DJs empresários que tem grande destaque na Cena do Brasil, falamos de Rodrigo Hasson.

DJ Produtor Rodrigo Hasson1.    Conte um pouco do nascimento e interesse na carreira de DJ.

Na verdade, o meu interesse por mixagem nasceu por casualidade, em meados da década de 80. Sempre gostei muito de música e adorava gravá-las em fitas cassete para ouvir em qualquer lugar. Mas não gostava do intervalo de tempo entre uma música e outra.

Então decidi colocar uma fita adesiva ( o f

amoso “DUREX”) no cabeçote de gravação do tape-deck para gravar a música seguinte no finalzinho da anterior.

Desta forma, conseguia mixar as duas músicas (de forma bem tosca, claro!), sem sobrepor totalmente o som.

Quebrava um galho, mas é lógico que eu precisava de um mixer. Aproveitei então uma viagem do meu pai ao exterior e pedi que ele trouxesse um modelo básico. Ele acabou me trazendo um mixer profissional

NUMARK – com 4 canais e vários recursos. Não tinha noção de como aproveitar ao máximo todos os recursos do aparelho.

Um primo, vendo a minha situação, convidou um amigo DJ que, além de mixar, me mostrou técnicas de pitch e acapellas em cima das bases, entre outras coisas. Depois daquele dia, fiquei encantado com as diversas possibilidades de reproduzir as músicas e decidi treinar com duas pick-ups domésticas, sendo uma com pitch e outra sem. Cialis pharmacy E assim fui me aperfeiçoando até me tornar profissional.

2.    Desde o início, passando pelos tempos da TOCO, conte como seguiu a sua carreira de DJ.

Minha carreira profissional começou em 1990, como residente da Hippodromo, no mesmo ano em que nasceu a DJ Sound. Lembro disso porque o Ricardo e o Fernando Sarmiento levaram as primeiras edições da revista para mim no club, e eu aproveitava para fazer o playlist da casa para a publicação.

Passei a atuar, posteriormente, como residente da Toco, que foi uma grande escola! Cialis pharmacy Lá permaneci por mais de 3 anos e pude tocar de tudo, além de trabalhar ao lado dos maiores DJs da época.

Após minha saída da Toco, fiz a temporada de verão (1996/97) no Sirena (Maresias) e, logo depois,  atuei como residente da Over Night.

Lá fiquei até o final de 1998, quando me tornei advogado.

A partir daí, toquei em várias festas até entrar no Cabral,

em 2001, onde fizemos diversas festas eletrônicas na famosa matinée de São Paulo.'

Na época do “boom” da música eletrônica em São Paulo, fiz com que o Drum & Bass fosse o principal estilo da pista.


3.    O que você coloca em seus sets musicais para dançar a galera atualmente?

Atualmente, prestes a completar 21 anos de carreira, me estabilizei novamente na House Music e suas vertentes, e meu set varia dependendo do tipo de evento, público e horário em que irei tocar, pra saber para que lado que vou levar. Não vou, por enquanto, me segmentar em um único tipo de House, mas a minha preferência atual é pelo Progressive, com uma pitada de Electro, assim como estão saindo algumas de minhas produções.


4.    Como foi a chegada ao Progressive House ?

Recebi um convite do Michael Saad pra integrar sua agência de DJs, a MS3, e aproveitei a oportunidade para voltar a tocar House, o que me abriu várias oportunidades. Em um pouco mais de 1 ano, já toquei em alguns dos principais clubs de São Paulo, como a Kiss & Fly, Disco, 3p4, Dorothy Parker, Club A, Pacha, Pink Elephant e Mokai, entre outros, além de grandes festas como Ministry Of Sound e UMF (Warm Up Party). Agora em novembro, dia 19, tocarei no Intercollege, que acontece no Sambódromo do Anhembi, e que pretende reunir milhares de pessoas.


5.    Quais são suas experiências de discotecagens pelo Brasil ?

Já toquei em inúmeros clubs, festivais e eventos em diversas cidades brasileiras, como Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Angra dos Reis, Vila Velha, Guarapari, Vitória, Foz do Iguaçu e Brasília, além de muitas outras. Também já passei por muitas cidades do interior do Estado de São Paulo. Sou constantemente convidado para apresentações em cidades como Campos do Jordão, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Americana, Franca, Marília, Itu e Taubaté, só para citar algumas, e sempre levo o melhor do meu trabalho para esses locais.

6.    Como foi a retomada de um novo estilo musical na sua carreira de DJ, Produtor

?

Foi natural! Como toquei House Music por 10 anos - desde o início da minha carreira - e sempre gostei, foi só voltar a comprar mais mú sicas do estilo!

Até porque sempre me mantive atualizado, já que tive ótimos DJs como companheiros de cabine que tocavam House, Electro, Tribal e Progressive House. Já na produção, tive que estudar mais a fundo o estilo, pois estava acostumado a produzir Drum & Bass.


7.    Quais são suas escolhas nos timbres, loops, base para suas produções atuais ?

Ainda incluo, em algumas das minhas tracks

atuais, determinados elementos característicos da minha escola anterior, como bateria mais trabalhada, melodia e baixo bem definidos, porém em 128 BPMs.

Gosto de pianos e um bassline grande, às vezes puxado pro Electro. Os synths são peculiares do Progressive House em muitas das minhas tracks. Já na bateria, escolho um Kick e timbro pra ele ficar intenso, com o Snare um pouco marcante e Hi Hats com bastante dinâmica, para deixar a música bem swingada.

Às vezes somo alguns loops de bateria pra preencher com percussão os espaços e ficar bastante ritmado.


8.    Quais são suas referências musicais?

Tudo que eu ouvi na vida e gostei serve para mim como referência. Desde o Funk & Soul, dos anos 60/70, passando pela Disco Music, R & B, Rock, Reggae e Jazz, até chegar ao House, Acid, Trance, Trip Hop, Hardcore, Jungle e Drum & Bass, eu uso tudo como referência. Desde um simples "Kick" até uma melodia, o que eu ouvi é que me traz bagagem para produzir.


9.    Quem participou neste track "Perfect Harmony", como foram as interações, trocas de experiências? E as escolhas dos Remixers, DJs, produtores?

Nesta track, utilizei como referência a produção de Marshall Jefferson – Someday de 1987, que no início da década de 90 foi sampleado por Liquid e Urban Shakedown.

Desta referência refiz a melodia e trabalhei alguns trechos da composição, para que a Perfect Hamony ficasse com uma cara mais atual.

Os vocais são da Ginna Garcia, do Raça Negra. Os remixers Jason Bralli, Marcelo Carvalho e Rafael Resende foram os escolhidos da Bralli Records, para que o release fosse mais diversificado e contemporâneo. O resultado agradou diversos Top DJs Internacionais, como Paul Van Dyk, Markus Schulz, Judge Jules, Studio Brothers e Monsta.

Contabilizamos mais de 100 feedbacks positivos entre DJs e diversas rádios de todo o mundo.

10.    Como foi entrar na era das produções musicais pelos DJs, aqui no Brasil

? Os softwares ajudam bastante ? Quais que você gosta de utilizar para elaborar seu Mixes e Remixes?  Pode citar quais e por quê?

No Brasil, geralmente as coisas são mais demoradas mesmo. E no quesito produção não foi diferente.

Os DJs europeus e americanos sempre tiveram a cultura de que DJ també m pode ser produtor.

Acho que pelo profissionalismo com que as coisas são tratadas lá fora, eles acabam levando essa vantagem de serem pioneiros em quase tudo mesmo.

Demorou, mas estamos na era em que se quiser ser considerado aqui no Brasil um grande nome como DJ, também terá de produzir.

E para isso não faltam ferramentas, a começar pelo aclamado Ableton Live, que é um software completo para DJs e com uma interface mais amigável. Mas para produzir, prefiro o Cubase, que me foi apresentado pelo excelente DJ e produtor Dinho MK3 como “A” ferramenta de produção. Depois que fiz o curso deste software com ele, pude comprovar a qualidade profissional do software para produção. Pra tocar utilizo o Serato Scratch Live.

Então acabo empregando o Ableton mais pra gravar sets ao vivo e também editar megamixes, como os que estou finalizando para um CD com tiragem de 3.000 cópias para comemoração dos meus 20 anos de carreira, onde eu conto resumidamente em mais de 200 músicas a minha histó ria como DJ.


11.    Como você divide suas atividades também profissionais de outros negócios? Tem dedicação de 100%?

Agora estou dedicando mais tempo da minha vida profissional na carreira de DJ, pois até então eu tocava mais por paixão mesmo. Hoje além da paixão, trabalho um lado estrutural para que a carreira fique mais consolidada e profissional.

Então me programo bem para estar presente nas atividades paralelas do Cabral, reuniões etc.

Já na questão jurídica, só atuo quando sou solicitado pelo escritório de advocacia do meu pai para prestar auxilio.


12.    Suas tracks fazem pista no Club CABRAL de onde você faz parte também?
Na realidade, o som da pista eletrônica do Cabral normalmente é mais puxado para o lado comercial da Dance Music.

Como é uma casa muito grande e com vários ambientes, fica muito difícil aplicar um conceito mais depurado por lá, com exceção de festas específicas que eu costumo fechar no Cabral.

Ou seja, minhas tracks atuais não são produzidas só pensando em tocar naquela pista, mas acabamos mesclando.

Contudo, as minhas músicas eram Hits no Cabral no período em que o Drum & Bass era o principal estilo da pista eletrônica e até hoje encontro pessoas que se lembram daquela época e comentam sobre minhas faixas.


13.    Fique a vont

ade de comentar algo de seu interesse!

Dia 02 de novembro já estará disponível para venda no Beatport o meu novo EP, que sai pela Bralli Records.

Este release contém duas faixas: “Metronome”, que utilizei justamente o toque do metrônomo pra sequenciar variações percussivas que são a alma desta música. E a faixa “Keep On Movin”, que tem uma melodia entoada como na Perfect Harmony, com baixo e acordes bem compassados.

Já recebi diversos feedbacks positivos deste EP, dentre eles, dos Top DJs Sebastian Ingrosso, Paul van Dyk e Markus Schulz.

TOP 10 – Atual

1.    Rodrigo Hasson – Perfect Harmony (Original Mix)
2.    Eric Prydz - 2Night (Original Mix)
3.    Armand Van Kassy – Where’s My Peace (Original Mix)
4.    Rodrigo Hasson – Metronome EP
5.    Eats Everything - Entrance Song (Original Mix)
6.    Matteo DiMarr - Creep (Original Mix)
7.    Rodrigo Hasson vs.

Moby – Porcelainized (Original Mix)
8.    Haske, Johnson & Jerome Isma Feat. Mo Morsy - Too Bad Too Forgive
9.    Crazibiza - Eastchester (Original Mix)
10.    Tommy Vee - Stay (Dub Mix)

http://www.beatport.com/artist/rodrigo-hasson/215639

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Última atualização em Qua, 23 de Novembro de 2011 12:41
 
Rodrigo Raposa DJ, do A NE XO, Blá e Sr. Pitanga e suas pitadas musicais PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Sex, 16 de Setembro de 2011 12:43

Rodrigo Raposa DJRodrigo Raposa, DJ

A carreira profissional começou em 1995, mas o amor pela música vem desde a infância ao som de Michael Jackson, Aretha Franklin, Donna Summer, ABBA, New Order, Depeche Mode, Technotronic, entre outros que estouraram nas décadas de 70 e 80.


 
Os primeiros passos do DJ Rodrigo Andrade, o Raposa, aconteceram nas agitadas e concorridas festas organizadas pelo Club Homs – que fica no coração da avenida Paulista, em São Paulo.
 
Em julho de 1995, o então DMC Brazil – Disco Mix Club – que pertencia ao DMC (EUA) e era a maior organização de DJs do mundo - estava preparando o primeiro concurso “NEXT DJs by DMC,” com transmissão ao vivo da MTV em São Paulo. Seu objetivo era revelar novos nomes para a cena Dance.


 
Encorajado pelo amor a música (e aos elogios da época), o DJ Rodrigo Andrade (Raposa) resolveu então testar suas habilidades neste concurso. 
 
Após 100 DJs qualificados para as finais, 4 baterias e muita apreensã o,

o Raposa acabou abocanhando o segundo lugar. Posição que lhe rendeu o agenciamento na primeira agência de DJs do Brasil e na qual faziam parte DJs de renome como Marky, Ricardo Guedes, Mau Mau entre outros.  
 
Rodrigo Raposa DJCom 16 anos atuando como DJ, Rodrigo Raposa, trabalhou na revista DJ Sound como redator, foi DJ das rádios Jovem Pan FM (Ritmo da Noite e Planeta DJ) e Metropolitana FM (Metro FM), residente das festas House Of Palomino (da jornalista Érica Palomino), fez apresentações nos mais diferentes e famosos clubs / festas pelo Brasil como Josephine, The Week, A Marcenaria, Kíron, Columbia, Latino, Aze 70, Moinho Sto Antônio, SubClub, Glamurama, Chivas, SPFW (2010 – espaço Rexona – Banco de Eventos), Número, Parada da Paz, Skol Spirit, Vale Night, Arraiá do Cortez, Taj, Blá e Phoenix (Campos).
 
Atualmente, é DJ residente do Sr. Pitanga, Blá e ANEXO – club que organizou festas com presenças de ilustres como Sting, The Killers e Amy Winehouse.

Seu som é conhecido por sets animados, dançantes e recheados de músicas inusitadas. Estilos que vão do House, 80’s, 90’s, Pop, Indie, Black, Rock ao improvável. Portanto, mãos para cima que a festa está garantida.

Bate Pronto: 1 pra 5!

1. O que te fez seguir a carreira de DJ com mais intensidade nos últimos meses? E o que você coloca em seus sets musicais para a galera dançar?

Na verdade, eu nunca deixei de tocar desde 1995. Por algum tempo, toquei apenas em festas pontuais, mas sem grandes obrigações. Após o surgimento do Sr.

Pitanga (em 2009), que fica no bairro do Itaim (SP) e, posteriormente, o bar Blá e o nightclub A NE XO, onde sou residente até o momento, é que voltei com maior intensidade e maior exposição – o que me gerou diversos convites para tocar em outros clubs e eventos Cialis pharmacybadalados.
 
A turma da HAUTE, grande produtora de eventos, é uma das sócias do Blá e do A NE XO e isso me gerou também convites para bons e grandes eventos.
 
Quanto ao meu set, eu normalmente costumo dizer que não existe música ruim. O que existe é o momento certo para tocar determinado tipo de música. Afinal, existe gosto para tudo.

Outro ponto que influencia o meu estilo, é o tempo que estou na estrada. VPXL buy on line Passei por diversas tendências e por isso costumo dizer hoje que sou uma espécie de “especialista em fusão de estilos”. Meu som vai dos anos 70 ao House Music e suas vertentes, passando pelo Indie, Hip Hop e até mesmo o Rock. Tudo depende da festa e do público. Prefiro dizer que gosto de pista cheia, com todo mundo cantando e suas “mãos para cima”.
 
 
2. Como você divide suas atividades também profissionais de outros negócios? Tem dedicação de 100%?

Como empresário, atuo no ramo de mobilidade e interatividade para o mercado de celular e de mídia (TV, rádio e internet). Moro em São Paulo, porém minha base comercial é no Rio de Janeiro.

Então costumo fazer ponte aérea às segundas e voltando às terças ou quartas no final do dia.

Cialis pharmacy O restante da semana sigo trabalhando de São Paulo. Minhas residências no BLÁ acontecem às terç as e quart

as.

A NE XO, por sua vez, às sextas. Também estou intensificando apresentações para eventos e, por isso, estou negociando com uma agência de DJs e espero ter isso concretizado o quanto antes.

Se quiser saber mais do meu trabalho é só cutir minha FAN PAGE no FACE BOOK.
www.facebook.com.br/djrodrigoraposabrasil

3. Vamos ter Jovem Pan FM Rio novamente

? Quais são as suas expectativas e possibilidades, de 0 à 100%?

Tivemos uma grande chance no ano passado que, infelizmente, acabou não acontecendo por motivos alheios à nossa vontade. Atualmente, não há nada de concreto do nosso lado. Mas não estamos parados não. Quem sabe em breve.


 
4. Dos Clubs que você faz discotecagem, qual é aquele em que o público tem mais recepção ao seu REPERTÓRIO? Porquê? tem alguma razão?

Nestes 16 anos alguns clubs me impressionaram.

A Broadway no final dos anos 90 era demais.

O Subclub, no Columbia idem. Recentemente, o club Josephine também foi uma experiência ótima. Já o A NE XO, onde sou residente, tem uma vibe incrível. Como já estou há um certo tempo lá, muitas pessoas vão por conta do estilo que faço. Recebo meu público com um magnífico Soulfull e quando a pista começa a pegar fogo, detono HITs de FM, misturando com anos 80, alguma coisa de 90´s, Indi e, Rock

e Blackmusic. No final, esta química funciona e o público sobe nos sofás, pula, dança e canta junto.

5. Cite algumas festas de agências de publicidade em que você tocou eventualmente...

Recentemente, fiz o São Paulo Fashion Week através do Banco de Eventos. Festas fechadas da Chivas e da Absolut. O Arraial do Cortez (do bar Cortez) para 3 mil pessoas! E também o VALE NIGHT que foi organizado pelas turmas da SOUL e HAUTE e que juntou mais de 2 mil pessoas em um espaço de eventos na Vila Olímpia - SP. Eu nunca tinha visto tanta gente bonita e animada ao mesmo tempo.

Foi uma experiência única.
 
TOP 10 – 2011, SET
 
1 – Every Teardrop Is a Waterfall (Sweedish House Máfia Remix) – Cold Play
2 – Give Me Everything (Tonight) (Mikael Wills & Justin Sane Remix) – Pitbull feat. NE YO, Nayer & Afrojack
3 – Little Bad Girl (Robson Michel Extended Version) – David Guetta
4 – Take Over Control – Afrojack feat. Eva Simons
5 - Last Friday Night – (Almighty Club Mix) – Kate Perry
6 – Come My Way (Jerome Isma-Ae Remix) – Tom Neville
7 -  Doin Ya Thang (Original Mix) - Oliver S
8 – Dog Days Are Over – Florence & The Machine
9 – Just Can’t Get Enough – Depeche Mode
10 – Half Mast – Empire Of The Sun
 
TOP 10 - Todos os Tempos

(essa é difícil, pois posso ser injusto com alguns nomes...)

 
1 – Billie Jean – Michael Jackson
2 – Mary, Mary – RUN DMC
3 – Fight The Power – Public Enemy
4 – Express Yourself - NWA
5 – Hip Hop Hooray – Naughty By Nature
6 – Kiss - Prince
7 – Pump Up The Jam - Technotronic
8 – Bizarre Love Triangle – New Order
9 – Space Cowboy – Jamiroquai
10 – Use Somebody – King Of Leon


Última atualização em Qui, 09 de Fevereiro de 2012 17:30
 
Marjory Porto: revelações de uma cantora que aposta no estilo romântico para decolar na carreira artística PDF Imprimir E-mail
Escrito por Nathalie Gutierres   
Ter, 09 de Agosto de 2011 00:47

Marjory PortoRadicada em Florianópolis, a curitibana de 26 anos ficou conhecida em todo o Brasil por sua força e determinação ao chegar ao TOP 6 do Programa "Ídolos", da TV Record, depois de três participações na atração. Cantando na noite, Marjory Porto acumula dois CDs independentes lançados na carreira, que está prestes a completar dez anos. Confira o bate papo que a DJ Sound teve com a cantor

a.

1. Quando você decidiu que iria seguir profissionalmente como cantora?
Comecei na música muito jovem, aos 13 anos de idade, participando de festivais e desde então, queria o futuro na música. Investi na profissã o e, a partir d

o primeiro CD, passei a cantar na noite. Nessa época, comecei a fazer cursos de técnica vocal e não larguei mais a música.

2. Quais são as suas preferências musicais?
Gosto dos mais variados estilos, pois para mim, o importante é o conteúdo, é a música passar emoção. Eu ouço diversos ritmos, e foco no romântico para desenvolver o meu trabalho.

3. Em seu primeiro CD, você focou basicamente no MPB, certo

? Você também compôs canções para este álbum?
Meu primeiro CD foi independente, lançado aos 17 anos. Produzi junto com um amigo, e era voltado para a MPB e para a Bossa Nova. Este trabalho não traz canções minhas, são faixas de colaboradores, como esse amigo e também do meu pai. A história das composições começou no segundo disco, lançado em 2007.
 
4. Você poderia comentar o estilo do seu segundo álbum?
É um Pop romântico, com diversos ritmos, que traz a minha primeira composição: a música “Palavras”, que fiz junto com o meu pai. VPXL buy on line

5. Você tem empresário para gerenciar sua carreira

?
Marjory alcançou o TOP 6 entre os finalistas do Ídolos 2011 Nunca tive um manager: sempre fomos nós mesmos que corremos atrás das oportunidades. Quando casei, passei a contar com o apoio do meu marido e, com companheirismo, batalhamos sozinhos. Tudo é desenvolvido por meio do trabalho independente e investimento próprio.

6. Como aconteceram as participações no programa

Ídolos?
A minha primeira participação foi em 2008. Eu perdi a audição no Sul e acabei vindo para a audição de São Paulo. Eram inúmeros os inscritos e não passei para as fases seguintes. Fiquei muito triste e em 2009 não participei. Em 2010, voltei a concorrer, chegando na fase dos jurados. Agora em 2011, fiquei na final, dentro do Top 6. Cialis pharmacy

Muita coisa mudou desde a minha primeira vez no programa, há três anos. Quando cantamos na noite, vamos aprendendo no dia a dia. Já no "Ídolos" foi diferente, tinha professores de várias áreas, para orientação de presença de palco, parte cênica... Se contar desde o primeiro dia, você amadurece como pessoa e artista, colocando em prática conceito e as crí ticas que recebe.

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7. E na sua auto-crítica, o que faltou para ser a vencedora do programa neste ano

?
Marjory, na etapa final com outros 7 finalistasTalvez um arranjo mais acústico, pois eu quis mostrar mais energia e deixar a banda mais alta. Eu gostei da escolha da música, mas o que valia para o programa é a emoção, emocionar os jurados e o Brasil.

Pelo fato de chegar ao Top 10, não posso mais participar do Ídolos devido à s regra

s do programa. Mas não posso deixar de dizer que fiquei impressionada com o carinho do público...

8. E o que você está preparando neste momento para a sua carreira?
Quero seguir na linha romântica, falar de amor, porque o mundo está muito carente.

Tenho como meta gravar o próximo álbum com selo de gravadora, porque traz mais evidência, conhecimento e projeção ao trabalho.

Quer o e v ou fazer muitos shows para conquistar o Brasil inteiro. Já tenho shows agendados para São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis.

 
JD Davis: entrevista exclusiva com o dono da voz no megahit "The World Is Mine" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fernando Sarmiento   
Sex, 29 de Julho de 2011 00:47

JD Davis: live completa, nos vocais e nos decks!Uma das maiores revelações da cena eletrônica, ele toca como DJ e canta seus hits ao vivo. É dele a voz do maior hit de David Guett

a - "The World Is Mine".

O belga JD Davis está no Brasil

para uma série de gigs e nos dias 29 e 30.jul se apresenta nos clubs Josephine (na capital paulista) e na Liv em Campinas, interior de SP, respectivamente.

( booking: Suicide Lemon @ www.suicidelemon.com.br )

Ele falou com exclusividade

com nossa reportagem. Conheça agora em detalhes como ele se posicionou e ganhou seu espaço na cena até conhecer David Guetta, uma dos maiores hitmakers da E-Music.

1. Conte-nos como você começou...

Eu tinha 13 anos quando entrei pela primeira vez numa boate, e desde então eu sabia que era minha vida. Eu achava que poderia substituir o DJ residente se ele chegasse atrasado e tocaria bons discos na hora!

Com 17 anos eu assinei um contrato de gravação pela primeira vez com o famoso label de Trance - Bonzai e saiu meu primeiro hit europeu, "Transfiguration". Isso me permitiu tocar nos clubes, raves e festivais mais badalados nos anos 90, como o Mayday, Love Parade, Nature One...

Eu era um dos mais jovens DJs que tocavam na época entre feras como West Bam, Moby, Carl Cox, Jeff Mills e muitos outros, mixando à frente de mais de 50.000 pessoas... Eu entrei rapidamente no Top 10 DJs Trance Europa... É um dos momentos memoráveis de minha carreira... E foi só o começo!

2. Que influências ajudaram a formatar sua carreira?

Meus horizontes na música são muito abertos.

Cialis pharmacy Sempre ouvi coisas como New Wave, Rock, Folk, Pop, Eletrônico (claro!). Há um monte de artistas que eu poderia sempre tomar como exemplo - Dave Gahan (Depeche Mode) George Michael, Roland Orzabal (tears For Fears), New Order...

3. Como foi o encontro com David Guetta?

Em 2000 comecei a trabalhar no álbum “Love Emulator” em colaboração com Kiko Project Cinema (Ítalo Disco), que foi lançado com a Universal Music na França. No lançamento oficial, onde cantei pela primeira vez, foi quando David Guetta conheceu  minha voz. Eu não sabia que ele já era um fã secreto - ;.)

Quando eu ouvi pela primeira vez a música de David - "Love Don’t Let Me Go", eu fiquei na pilha de fazer uma música com ele, para conhecê- lo e saber quem ele era.

Eu também tinha virado um fã dele.

Após várias tentativas, finalmente estávamos todos no estúdio em Paris: Joachim Garraud, David Guetta e eu, houve uma tremenda sintonia entre nós e em menos de 3 horas criamos "The World is Mine". Foi mágico!!!

A seguir fizemos outras músicas como “In Love With Myself” e no álbum de Guetta – “PopLife” temos "Always", "Winner of the Game" e "This Is Not A Love Song"

4. A arte de compor, esc Cialis pharmacyrever canções ou influências familiares foram uma escolha de vida

?

Claro, alguns preferem trabalhar e criar individualmente; eu sou um d aqueles que gost

am de tr abalhar com os outros e dividir a criatividade com a equipe. Eu desenvolvo minhas canções falando sobre sentimentos e a minha inspiração vem sozinho...

5. Fale da parceria com Chab e o lançamento do single “Closer To Me” ...

Chab é um amigo de muitos anos, eu amo a sua criatividade na produção, e ele a minha voz; temos trabalhado muito em conjunto.

Você não pode planejar nada em termos de ir para o estúdio para fazer um hit. Honestamente, isso acontece ou não acontece, por vezes você nem enxerga todo o potencial de uma música, você pode até gostar dela mas, no geral, o público é que decide se vai explodir.

Tivemos sorte, nós gostamos muito do resultado final de "Closer To Me" e o público também... E tudo só cresceu com os remixes feitos por Hernan Cattaneo, Satoshi Tommie e Dirty South.

6. E como foram suas mais recentes gigs pelo mundo VPXL buy on line?

Nos últimos anos eu trabalhei em todo o mundo e cada club ou país têm as suas "vibes". Em alguns lugares as pessoas gostam mais do meu DJ set, enquanto que em outros curtem mais minhas live PA’s. Mas todo o conjunto de discotecagem e live traz às festas uma outra dimensão, e exatamente porque é diferente as plateias se amarraram... No final eles demonstram que amam meu trabalho.

Vocês viram a última turnê que fiz no Brasil? Foi uma loucura... (veja no vídeo abaixo)



Última atualização em Sex, 29 de Julho de 2011 12:55
 
Ingressos Festival SWU em Paulínia - SP começam as vendas a meia-noite PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Sáb, 09 de Julho de 2011 15:38

Top DJ Frankie Knucles na Tenda GreenspacePeter Gabriel, Megadeth, The Black Eyed Peas, Snoop Dogg, Damian Marley e Sonic Youth, além dos DJs Sven Väth, Frankie Knuckles e James Murphy também estão entre os nomes já confirmados na programação do SWU 2011.

Neil Young também participa do evento como palestrante do Fó rum de Sustentabilida

de.

A venda de i

ngressos para o SWU (Starts With You – Começa Com Você), que vai acontecer nos dias 12, 13 e 14 de novembro na cidade paulista de Paulínia, reunindo um line up com cerca de 70 atrações nacionais e internacionais, começa na próxima segunda-feira, dia 11 de julho. Cialis pharmacy A partir desta data o público poderá adquirir ingressos para Pista (dias isolados) ou Passaporte Pista (pacote de ingressos com desconto para os três dias de festival).

Para este primeiro lote o público encontrará ingressos a preços promocionais, até 29 de agosto – após essa data, os ingressos serão comerci aliz

ados a preços cheios. O preço promocional do ingresso de pista é R$ 210 (R$ 105 mei a entr ada) VPXL buy on line e o preço promocional do passaporte é R$ 535,50 (R$ 267,75 meia entrada) – que é o somatório dos preços de três dias, com 15% de desconto.

Os ingressos poderão ser comprados a partir de 0 hora do dia 11 pela Internet (www.ingressorapido.com.br).

As vendas pelo Call Center (4003-1212) funcionarão de segunda a sábado, das 9h às 22h, e nos domingos e feriados das 11h às 22h.

Os ingressos podem ser adquiridos ainda em 67 pontos de venda espalhados por todo o Brasil (veja relação completa de endereços e horários de atendimento no serviço abaixo).

Quem optar pela compra nos pontos de venda não pagará taxa de conveniência.

Sven Vath DJ ProdutorPela Internet e Call Center, a taxa de conveniência foi reduzida para 10%, metade do valor cobrado no ano passado.

Os pontos de venda terão as seguintes formas de pagamento: dinheiro; Cartões de Crédito (Visa, Mastercard, Diners, Amex, Hipercard, Aura); Cartões de Débito (Visa electron e Redeshop) e Cartão Benefício (Nutricash). O pagamento com cartões de crédito poderá ser parcelado em até 6 x sem juros.

No caso das entradas de valor inteiro, cada pessoa poderá comprar até 06 ingressos por CPF.

Todos os lotes terão ingressos de meia entrada.

Estudantes, aposentados, idosos (acima de 60 anos) e professores da rede pública estadual de ensino de São Paulo podem adquirir 01 ingresso de meia-entrada por CPF. No ato da compra de meia-entrada, bem como na chegada do evento, é obrigatória a apresentação dos seguintes documentos:

Estudantes e alunos de pós-graduação: carteira de estudante; boleto bancário da faculdade atualizado; declaração escolar ou declaração de freqüência; documento de identidade com foto

(cursos profissionalizantes, cursos técnicos e de idiomas não dão direito a compra de meia-entrada).

Aposentados: comprovação da aposentadoria; documento de identidade com foto.

Idosos (acima de 60 anos): documento com foto que comprove a idade do cliente.

Professores da rede pública estadual: carteira funcional emitida pela Secretaria Estadual da Educação; holerite; documento com foto.

Nas compras de meia-entrada via Call Center ou Internet, o cliente deve informar os dados referentes aos documentos solicitados.

A censura do festival é de 18 anos, mas, a exemplo do ano passado, a organização fará esforços junto às autoridades competentes para obtenção do respectivo alvará, na maior brevidade possível, permitindo a entrada de menores. Cialis pharmacy

Portadores de necessidades especiais contarão com acesso diferenciado ao local do evento e área específica para assistir aos shows de todos os palcos.

A venda de ingressos para Camping e Pacote Vip será realizada a partir de agosto, em data a ser posteriormente divulgada.

Última atualização em Sáb, 09 de Julho de 2011 15:49
 
DJ PACO: A trajetória de um profissional de respeito no mercado Dance PDF Imprimir E-mail
Canais - Entrevistas
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Qui, 07 de Julho de 2011 00:00

DJ Paco é também o brother Wagner Henrique!Entrevista Exclusiva com DJ PACO

1. Nome completo, cidade natal...
Ele nasceu Wagner Henrique, mas nos últimos anos vem consolidando sua carreira e hoje é conhecido como DJ Paco, apelido dad o p ela filha Pietra, que misteriosamente começou a chamá-lo assim e aos poucos foi adotado pelos amigos mais chegados e até familiares. Curioso é que Paco foi uma das maiores influências para Wagninho, como durante anos e anos foi carinhosamente chamado por seus amigos de rádio, gravadoras e do meio em geral. Hoje ele prefere ser chamado de Paco, afinal, deu sorte!!! Nasceu no Belenzinho, São Paulo, em 1972. Sempre foi muito precoce e desde cedo já sabia o que queria para sua vida.

2. Conte-nos como acontece o início da carreira musical

? Por ond e acont eceu e como? Quem foram as pessoas “modelos” e inspiradoras para o início de carreira?
De família humilde, pai vendedor e mãe dona de casa, foi influenciado por um tio que na década de 70 se aventurava como DJ numa época em que eles eram apenas “caras que faziam festinhas nos finais de semana”.

Eu era pequeno e meu tio às vezes me levava com ele nas tais festas que fazia. Eu ficava sempre sentado vendo tudo com muita atenção e principalmente ouvindo o que rolava. O som era Disco: Bee Gees, Foxy, Sylvester, Tavares, Anita Ward; vi a loucura que foi o Saturday Night Fever e o Grease. Aquilo tudo mexeu muito comigo.

Ouvia rádio o máximo de tempo que tinha disponível, e meu sonho era ser DJ da TOCO, que ficava pertinho de casa. Cheguei a ver o William e o Carmo Crunfli  tocando e nessa época eu já era "rato de rádio", ouvia o Big Apple com o Julinho Mazzei e a Band com seus programas mixados por DJs. VPXL buy on line Eu tinha um caderninho e anotava os nomes das músicas do jeito que entendia, gravava fitas e com alguns amigos - que já não estão mais por aqui (Claudio e Mario) - ensaiava os bailes. Quando falo sobre isso não tem como não me emocionar... tenho certeza que eles de algum lugar vibram por saber que não desisti. Isso acontecia em 82, 83.

Em 1986, com 14 anos, comecei a trabalhar como office boy e ia ver DJs tocando em clubs mais distantes como Over Night, Rhapsody, Contra Mão, Sunshine, California Dreams. Minha maior referência foi o Iraí. Eu gostava do som dele e fazia de tudo para estar perto. Em 88 decidi que queria trabalhar com música. Pedi demissão da empresa em que trabalhava e com a grana fui fazer o curso na Fieldzz, na mesma turma do Celsinho Double C. O Celsinho já tocava muito e eu era apenas um menino cheio de sonhos que mandava cartas para os DJs, locutores e o Iraí era o que mais sofria.

Tive a oportunidade de falar com ele na inauguração da domingueira Fieldzz no Palmeiras, logo depois de fazer o curso, e ele decidiu me dar a chance de trabalhar com ele, adivinhem para ser o que?!?! Office boy... rsrsrsrsrs Lá fui eu trabalhar como office boy na Fieldzz.

Lá conheci o Joca (então sócio do Iraí), Cesar Filho, Julinho Mazzei, Sylvio Muller, Gregão, Greguinho, Memê, Banana, Cuca e uma série de caras que eram meus heróis de infância da Pool, Band, Jovem Pan, Antena 1. Fiquei pouco tempo na Fieldzz e um grande cara chamado Enio Martins me deu uma oportunidade na rádio Metropolitana; provavelmente minha maior e melhor escola.

Em rádio passei da adolescência para fase adulta, conheci pessoas muito importantes

para minha vida e fiz grandes amigos e novos heróis, como Jacques Sanzoni, Carlos Roberto, Nilton Lobo, Paulinho [artístico]. Conheci grandes divulgadores de gravadoras como Giovanna, Salete Roasio, Ana Sanches, Pedrinho, Marquinhos, Tatola, Cesar Beckerman, Ricardo Silveira, Leão, Carlinhos, Helinho, Elcinho, Angelo, Cynthia, Carlinha, entre outros grandes profissionais.

Locutores como Alvaro Gimenez, Luiz Antonio, Marcos Fenerich, Paulinho Milk.

Mas o cara que me deu a primeira oportunidade de tocar de verdade profissionalmente foi o Carlinhos, que em 89 deixava de tocar no "Primeiro de Maio" e nas freeways para montar sua própria domingueira, a Oxydance, com Antonio Viviane e seu irmão Julio. Foi um sucesso e rapidamente eles já estavam no Esporte Clube Banespa, que em 90 foi considerada a melhor domingueira do ano em São Paulo. E eu era o DJ com 17 anos... Fizemos grandes shows e vários nomes importantes estiveram com a gente: Iraí, Mazzei, Leandro Resende, Emilio Surita, Snap, Technotronic, Black Kiss, Tragic Error, Technoir, Mayara Magri, Mauricio Mattar, Alexandre Frota, Guilherme Fontes (para vocês verem que essa coisa de celebridade em clubes não é de hoje).

3. Como chegou nas gravadoras? E por onde você começou?
Em 1990 eu já trabalhava como DJ, e em rádio como discotecário. Também fazia um programa de dance music chamado "Power", que ia ao ar através da rede com varias rádios espalhadas pelo interior. O programa era gravado e eu também os mixava. Eu ia bem em rádio, mas fui convidado pela CBS para trabalhar na área de vendas e marketing, indicado pela Salete. Era novidade e eu saí um pouco da área que queria, o rádio mesmo, mas foi bom, pois me mostrou o lado ligado a números e à burocracia da indústria. Pouco antes de sair trabalhei como vendedor da Stilleto, que era distribuída pela CBS e SMV, que estava sendo implementada no Brasil por Marcelo Castelo Branco, hoje presidente da EMI. A Sony já havia comprado a companhia naquela época e estavam na transição de marca e nome.

Em 91 fui trabalhar na Bullet Records, retornando ao velho endereço da Fieldzz, pois a Bullet era em uma salinha que o Iraí alugava para Silvio Arnaldo e Cadinho Fioravante.

O mais incrível dessa minha passagem pela Bullet foi ter conhecido o Guedes, que eu ouvia desde 83 na Bandeirantes FM, mas não conhecia pessoalmente. Lembro do dia que o atendi ao telefone, como um fã, e ele mandou eu me foder (rsrsrsrs). Não muito tempo depois, por indicação de Felipe Crosso - então label manager da Bullet - fui para a Circus, uma loja de CDs importados na Oscar Freire. Lá trabalhei com Barry Rough Williams, um inglês que me ensinou muito e era amigo de Lawrence Brennan da Stilleto, com quem trabalhei por um tempo na CBS. Nessa época trabalhei para Brennan na Back To Basics. Depois de sair da B2Basics e da Circus fui para a Planet Music, uma rede de lojas de CD’s importados que fez grande barulho no Brasil, onde fiquei de 91 a 93. Então fui convidado a retornar para a Sony, onde fiquei por 10 anos, até 2003.

Nesses anos continuei  tocando e participei do Oxydance em rádio com o Carlinhos pela Líder FM (onde conheci Arnaldo Sacomani, e ele, quando me viu trabalhando, disse uma frase que marcou minha vida: “O bichinho picou ele e não tem cura”!!!) , Nova FM e retornei a Metropolitana; fui responsável pela plástica que fiz com o Julinho Mazzei na época.

Tocava em festas, mas muito pouco, pois a companhia me consumia muito na área comercial. Fiz grandes amigos e trabalhei com gente de grande calibre como Rodrigo Vieira, Fernando Costa, Calainho, Roberto Augusto, Eboli, Jose Antonio Pena, Thomas Munhoz, Alexandre Schiavo.

Conheci artistas como Chico Science, Paulo Ricardo e Gabriel O Pensador. Vi nascer bandas como Jota Quest, Cidade Negra e Skank. Assisti e acompanhei grandes shows e turnês. Ter trabalhado para Sony, Sum Records e Universal Music foi muito importante. Sinto-me um profissional completo, pois conheço o rádio, as pistas, a indústria, as lojas e atualmente a agência de eventos e DJs. Do k7, vinyl e CD até o digital que tanto se fala e que tanto cresce atualmente.

4. A carreira DJ chegou com ênfase na sua vida em que época?
Paco tem muita história pra contar...A curiosidade é que comecei a tocar profissionalmente em 89 e, de repente, precisei mudar o foco por conta do ingresso na indústria. Muitas vezes penso se hoje eu não seria grande se tivesse seguido nas pistas. Ao mesmo tempo penso que tenho muito mais valor por ter passado por quase todas as áreas e ter voltado às pistas após 22 anos. Não lembro as datas exatas, mas o ponto alto foi quando, através do Marcelo Braga, conheci Marcus Buaiz, em 2008. Marcus, Edo e Luiz Eurico mudaram minha vida.

5. Conte algumas discotecagens interessantes em Clubs, Festas, Eventos que você participou até chegar ao atual Shaya Restaurante na R. Amauri e Royal Club na Consolação... Teve experiência como DJ de Eventos?
Quando saí da Sony, em 2003, fui trabalhar com Pena (hoje na EMI) na Sum Records. Em 2005 trabalhei com Edo e Marky na Buldozer. Passei por momentos difíceis e fui muito ajudado por esses caras, meus grandes amigos e que jamais esquecerei. A indústria ficou estranha e me vi encurralado.

Foi aí que decidi investir tudo no meu amor: ser um DJ de verdade! Cialis pharmacy Então conheci o Buaiz e em pouco tempo fui convidado para fazer o som do Shaya, restaurante japonês de primeiro mundo situado na famosa e charmosa Rua Amauri. Cialis pharmacy Cerca de 1 ano e meio depois comecei a tocar no Royal abrindo as noites de sábado e fechando algumas noites de sexta. Minha vida mudou. No Shaya e Royal toquei com nomes do primeiro time e na presença de importantes artistas nacionais e internacionais como Gabo, Ale Reis, Mario Fischetti, Paulo Boghosian, Tom Novy (que chegou a dizer que eu era para ele, um Dimitri from Paris brasileiro), Dimitri Vegas, Jeromy Isma-Ae, M.A.N.D.Y., Booka Shade, entre outros.

Fiz grandes eventos e festas, toquei na presença de políticos, formadores de opinião, esportistas, artistas nacionais e internacionais como Ja Rule, Naomi Campbel, Serjinho Groissman, Ronaldo Fenômeno, Demi Moore, Ashton Kutcher, Fabio Bibancos, Jorge Elias, Felipe Massa, Kaka, Neymar...

Também toquei em clubs como DISCO, Galery Oggi, Sedna, The Week, Mokai, 3x4, B4, Moon Joinville e, desde 2008, faço festas para Fausto Silva. Mantenho residência nas filiais Goiânia e Vitória do Royal Club. Cumpro agenda como tour DJ da cantora Wanessa sempre que solicitado. Faço meus sets para o programa Energia na Véia aos domingos. E sou head-label e diretor da 3Plus Music.

6. Nestes lugares, quem já discotecou com você Wagninho? Com quem foram suas “melhores” experiências em Mixing?
Citei vários acima. Também já toquei classics com o Marky no Tati Snooker, por exemplo, com Sylvio Muller, Guedes, para a TV DJ do Gregão (inesquecível), dividi a cabine com Puff; e essas são sempre experiências de grande alegria, pois aprendi e aprendo muito com eles, sem dúvida.
Mas as melhores experiências eu tenho certeza que estão por vir. Ter tocado com DJs de verdade foi e sempre será uma alegria.

7. Como chegou à 3 Plus Talent, a maior agência de Entretenimento Musical do Brasil? Como foram os contatos? Quais foram os objetivos? Foram alcançados?
Minha vida após a saída da Sony mudou muito e tive de recomeçar do zero. Tive muita ajuda de caras como Shan, meu irmão; Anderson Thome (KBÇA), meu melhor amigo; Flavio Pioker; Deeplick; Edo Van Duyn; Luiz Eurico e Marky. Em 2008 o Edo me chamou para montar o label da 3Plus. Montei e hoje temos quase 20 discos lançados. Lançamos fisicamente e temos distribuição via ST2 dos amigos Claudio Silberberg e Ale Teiman, que tem um time de primeira. No digital quem cuida de tudo para nós é a Bulldozer em Londres, com Oliver Brown & Calvin Reid, e a PIAS, maior distribuidora do planeta.

A 3Plus Music já lançou discos de Gui Boratto, House Ship, Mixhell, Marky, Mario Fischetti, Dance4Life, Future Sound of Brasil, Buga, Leo Janeiro, Copacabana Club, Warung by Fabricio Pecanha, Paulo Boghosian, Southmen, entre outros. Vamos lançar muitos discos ainda este ano e estão no schedule Mary Olivetti, Gui Boratto, entre outros.


8. E a linha de Produção Musical? Já tem viabilizado algo para incluir em canais de mídia on line de compartilhamento musical? Pretende vender?
Com meu amor e o conhecimento nesses anos todos, sempre soube que uma hora teria de produzir. Confesso que não vejo a hora. E tenho certeza também que quando fizer, precisará ser especial.

Estou planejando para 2012 meu debut com as produções. Vêm coisas boas por aí, e quando saírem creio que não decepcionarão nem a hype, nem o público que de alguma forma me acompanha e torce por mim.

9. Comente um pouco o “novo” formato de Produção de Música, Artistas, colocação de Artistas no mercado? On line é o caminho? E as rádios FM? E as Rádios WEB? Você tem seus destaques? Cite-os.
Acompanho o mercado há muito tempo e vejo que muitos artistas novos e sem muito background, sem preocupação com o passado, fazem sucesso. Vivem apenas o presente e estão muito bem com isso. Esses novos artistas passaram feito trator por cima de DJs que teriam tudo para serem “os caras” nos dias de hoje. A culpa não é deles. Os DJs mais velhos, de alguma forma e por algum motivo, pararam no tempo, não se preocuparam com o que estaria por vir, com a tecnologia e o domínio sobre o futuro. Para alguns não é tarde, para outros passou.

Vendo e pensando nisso tudo estou preocupado e não quero que aconteça comigo. O acesso às máquinas e programas é mais fácil. Qualquer pessoa com uma boa máquina e criatividade pode fazer boa música. O “algo a mais” é que pega. Tem que ser especial.

Me pergunto todos os dias sobre o que fazer para ser especial. Tocar é fácil, tocar muito e por bons cachês é que é difícil. Hoje não adianta só ser bom, você tem que ser muito bom. Tem que estar bem vestido, ter boas fotos, ter um bom release, estar nos lugares certos, ser amigo dos bons promoters, ter Facebook, Twitter, um site, uma agência.

Sobre rádio, sou um apaixonado por rádio, e vejo muitos falarem que o rádio morreu, acabou, mas o rádio continua sendo a referência. Se toca no rádio vira sucesso, e quando você toca nos clubs a galera faz aquele “wowwwwwww” na pista! O rádio é importante sim! Quero o sucesso. Meu negócio é ver o povo cantar e “neguinho” se pendurar no lustre, no globo do club. Tenho grande alegria em tocar de tudo: hip-hop, house, rock, o que for. Uma noite toquei na Disco e só toquei o que amo e ouço em casa, foi MARAVILHOSO desintoxicar a alma, mas estou ciente que aquilo não pode acontecer sempre, vai ser vez ou outra.

Morro de inveja de DJs que tocam só o que amam... Peço a Deus que eu chegue nesse patamar.

Penso que o rádio jamais vai acabar e que as webradios vão cada vez mais possibilitar que as pessoas estejam mais e mais felizes com as possibilidades tecnológicas. Normalmente você ouve uma webradio quando ela tem o conteúdo dos seus sonhos. Em 2005, 2006 e 2007 eu cheguei a fazer um programa de rádio para a França e Inglaterra em duas rádios fantásticas na web, quando ninguém fazia isso aqui no Brasil.

Os programas na Diva Radio e Jazz Syndicate Radio só tocavam classics dos anos 70 e 80, mais o underground classic, pós disco, músicas que não haviam sido grande sucesso de rádio e tal. Posso assegurar que eu e o Balegatzzo inspiramos algumas pessoas a criar rádios que estão no ar nos dias de hoje. Gente no mundo inteiro escutava o Flash Traxx. Eu estava totalm ente perdido e ferrado, mas fazia com muito amor. Perdia horas montando os programas em inglês e mixando os blocos, mas não me arrependo. Não ganhava um centavo, mas realizava um sonho.

10. Hip Hop ou Black Music, é uma tendência que chegou e fica no público Pop e mainstrean?
O R&B, rap e hip-hop sempre foram muito fortes nos EUA. E com as principais gravadoras com sede nos EUA não há como fugir das prioridades que vem de fora. Ou seja, com Ne-Yo, Jay-Z, Beyoncé, Jennifer Lopez, Rihanna, Mariah Carey, Lil John, Snoop Dogg, Pitbull e artistas pop ou não fazendo músicas no gênero, por ser uma linha musical poderosa e que vende, nossas rádios e TVs que veiculam música não tem como fugir mesmo. Por isso acredito que essa coisa R&B e Hip Hop Pop veio, e ficou para não sair mais. Grandes nomes da música eletrônica estão se associando aos artistas ligados ao hip-hop. Guetta fazendo música com Ne-Yo, Swedish House Mafia com Pharrel Williams, Snoop, Ludacris e novos trabalhando com mais velhos. A música acelerou e o Hip-House está fortíssimo no mundo todo. 

11. Diga quais são seus DJs e Produtores preferidos e inspiradores!
Citei vários DJs aqui: Ricardo Guedes (que saudade dele... nem preciso dizer...), Marky, Vadão, Patife, Anderson Thomé, Cadico, Robertinho, Iraí, Gregão, Tuta Aquino, Cuca, Sylvio Muller, Julinho Mazzei, Paco Navarro, Jerry Young,  Benedetti (que me ensinou muito no Hot Traxx da Pool em 95... que bom gosto tem esse cara), Memê, Alex & Marcelo (Dinamic Duo), Latin Rascals, Shep Pettibone, Larry Levan, Chep Jose Nunez, Waltinho Bernacca, ficaria horas escrevendo.

O mais incrível é que, fora Levan, Chep Nunez, Shep Pettibone e Paco Navarro, todos os demais ou são meus amigos ou de alguma maneira já tive contato. Costumo dizer que meus super heróis de infância hoje são meus amigos, e tenho grande orgulho e alegria com isso. Sei também que alguns podem até não dizer, mas sentem orgulho por eu não ter desistido e ter chegado em algum lugar, pois sabem o quanto e como eu amo essa história e a história que eles ajudaram a escrever.

12. Top 10, anos 70/80/90 e Top 10, anos 2000/2011 o que acha? Manda!
Fiz um Top 20 all times. Essas são as que tocam meu coração, sempre. Falar de tops musicais é complicado. Sou completamente demente quando se trata de música. Vou falar das clássicas, afinal, quem quiser me ver e ouvir tocando David Guetta pode ir ao Royal ou qualquer outra balada em que eu estiver tocando.
Pelo amor de Deus, DJs, escutem música, pesquisem, sejam DEEJAYS com todas as letras maiúsculas!

01 - No Stoppin’ That Rockin’ – Instant Funk (lembro da vinheta da Tocoooooo tanto na pista quanto na Band, demaisssssss!)
02 - Love (Is Gonna Be On your Side) – Firefly (Guedes... Band FM)
03 - The Lover In You – Sugar Hill Gang (me fez chorar várias vezes)
04 - Do I Do (Extended Digital Mix) – Stevie Wonder (o Dizzie Gillespie quebra tudo com ele... Jesus Cristo...)
05 - It’s A Shame - The Spinners (amo a Monie Love, mas o original é de chorar)
06 - Something’s On Your Mind – D Train (lembro da virada da época: D Train com Nona Hendrix - Transformation rsrsrsrs)
07 - Razzamatazz – Quincy Jones (a Patti Austin cantava demais e o maestro quebrava tudooooo, sempre!)
08 - Dance (Disco Heat) (Digital Mix) – Sylvester (lembro do meu tio Mauro ouvindo essa música logo que saiu o disco no 3 em 1 da CCE... de chorar também)
09 - Look For Love (I Feel For You) – Cerrone (Um absurdoooooo, o Bob Sinclar não fez nada, já estava tudo pronto)
10 - Yah Mo Be There – Michael Mcdonald & James Ingram (essa música é a cara da Pool e do Julinho para mim, me emociono sempre que ouço... Poucos sabem que é uma música gospel)
11 - Running Away – Roy Ayers (se não tivesse uma dele, não seria um top nada neh?!?!, grooveeeeeee)
12 - Rain Forrest - Paul Hardcastle (mexeu com a minha cabeça em 84... esse cara é um gênio)
13 - Don’t Make Me Wait – Bomb The Bass (o Tim Simenon deu um nó na minha mente em 88... acho que deu na cabeça do planeta inteiro)
14 - Unfinished Sympathy – Massive Attack (lembro do Marquinhos MS... Essa música mexe muito comigo...)
15 - I’m Doing Fine Now (Steve Silk Hurley Remix) - Pasadenas (linda canção... o Steve foi mágico aqui...)
16 - Don’t You Want My love – Debbie Jacobs (absurda...)
17 - Music Sounds Better – Stardust (o Patife me deu esse 12” de presente na volta de uma das primeiras viagens que ele fez à Inglaterra... Inesquecível... sempre que toco house insiro nos meus sets...)
18 - Dancin’ - Grey & Hanks (original que deu origem à música feita por Junior Jack... de matar...)
19 - Off The Wall  (Original Mix) – Michael Jackson (se não tivesse uma dele não seria meu top... poderia fazer um top 100 só de Michael...)
20 - Never Too Much (Extended Remix) – Luther Vandross (quero dedicar esse top 20 ao Guedes... ele deve estar gritando “Puxa saco ducaralhooo”...)

“Enquanto existir um ou dois malucos, com um punhado de discos, um headphone e um microfone, essa história não vai morrer”.

Respect The DJ’s! Isso aqui é uma arte, não é bobagem. Para ser, tem que ter amor!



Última atualização em Sáb, 09 de Julho de 2011 14:55
 
Ricardo Coppini remixa "Frozen" de Madonna e fala de sua carreira em entrevista PDF Imprimir E-mail
Canais - Entrevistas
Escrito por Fernando Sarmiento   
Ter, 14 de Junho de 2011 21:13

Remix de Ricardo Coppini saiu em 14.jun: FrozenO renomado Dee Jay e vencedor do prêmi o d

e Melhor Produtor de
E-Music 2010 no DJ SOUND AWARDS, Ricardo Coppini, lançou nesta terça-feira, 14.jun, seu mais arrojado trabalho na produção de música eletrônica.

Coppini tornou realidade o encontro do mais nobre ritmo brasileiro com o maior ícone da música danç ante do mundo.

"Frozen", um dos maiores sucessos de Madonna,

toma uma nova roupagem na mão do produtor. Com notas de Bossa Nova, embalados à House Music de qualidade, Coppini inova mais uma vez trazendo um remix contagiante, dançante e cheio de singularidades, marca registrada de um dos mais prestigiados artistas da cen

a eletrônica brasileira.

Confira abaixo entrevista exclusiv a c

om o DJ e produtor e acesse seu canal no Youtube para conferir a produção!!!

Madonna – "Frozen" (Ricardo Coppini Bossa Mix): http://www.youtube.com/user/Dedew07

O que é a música para você? Por que trabalhar com música?
Música na minha família atravessa g eraç

ões, pois meu bisavô era maestro e até compunha óperas. Meu avô também adorava música, mas aprendi mesmo a amar essa arte através do meu pai que até hoje tem uma coleção infindável de vinis. Ali começou o meu amor pela música e nunca mais parou. Sempre ouvia músicas dançantes e comecei a perceber que era esse o tipo que eu mais gostava.

Quando você se descobriu DJ? Como foi o “click”?
Coppini com prêmio de Melhor Produtor no DSA10Quando adolescente, eu frequentava danceterias e ficava maravilhado com tudo aquilo, aumentando a minha ligação com a música dançante. A paixão por discotecar começou quando em uma danceteria dos meus primos, pude acompanhar mais de perto o trabalho dos DJs que por lá passavam. Ficava encantando com a arte de passar de uma música para outra sem intervalo e sem sair fora do ritmo.

Ali descobri o que gostaria de fazer para o resto da vi

da.

Comecei como residente da Emerald Hill, passei pela Overnight e comecei a ganhar notoriedade, sendo convidado até hoje para tocar em diversas casas noturnas de todo Brasil e també m do exterior.

Discotecar é uma grande paixão e com muito empenho e dedicação, continuo mantendo o meu nome na listagem dos Top 100 Dj’ s todo VPXL buy on lines os anos.

E como o produtor musical entrou em cena?
Depois de muitos anos discotecando e já com um grande destaque nacional através de rádios e também fazendo remixes, com a ajuda de uma bateria eletrônica e um sampler, comecei a amadurecer a idéia de fazer minha própria base usando trechos de outras músicas. A primeira base que fiz utilizando a bateria e o sampler fez um grande sucesso na pista do club em que eu era residente e chamou a atenção de algumas pessoas que resolveram investir em mim. Assim surgiu a idéia de montarmos um estúdio.

Conheci o Dj Tibor Yuzo nessa época e a partir deste encontro que, decidimos formar a dupla Ricco Robit.

Fizemos história como os primeiros produtores brasileiros a produzirem Dance Music e alcançarem os primeiros lugares nas paradas por 6 meses consecutivos com "I Don’t Let You Go". Esse projeto durou por alguns anos e foi retomado ano passado.

Em paralelo, também fui me destacando na carreira solo, tendo no currículo vários sucessos, o que me possibilitou ser o ganhador do prêmio de “Melhor Produtor de E-Music de 2010” pelo DJ Sound Awards,

Com toda a sua bagagem musical, você consegue nomear uma música preferida? Aquela que tem um lugar mais especial no seu coração?
São várias, mas uma música que sempre quando ouço tenho um carinho especial pois estourou bem quando estava começando como DJ e fazia parte do meu repertório de todas as noites é West End Girls do Pet Shop Boys... Mas tem muitas outras mais...

Todos nós que trabalhamos com criação, seja nas artes visuais ou de áudio, temos nossas inspirações, referências... Quais as suas?
As minhas inpirações são várias! Um deles foi meu pai, que me ensinou a gostar de músicas e a aprender a usar os equipamentos eletrônicos, pois sempre tivemos verdadeiros estúdios em casa.

Fui percebendo que gostava de música dançante, aprendendo a ouvir "Disco".

Me apaixonei na época pelo trabalho de dois músicos que faziam muito sucesso na época: Nile Rogers e Bernard Edwards, mais conhecidos como Chic.

Mais pra frente e já como DJ, comecei a apreciar as músicas da Madonna também. Eu tinha um single importado de vinil amarelo e transparente de Everybody e sempre que tocava esse "doze polegadas", a casa ia abaixo.

Como começa o seu processo criativo? De onde vem a decisão de que música você trabalhará? E já aproveitando, por que Frozen Cialis pharmacy?
Não tem explicação... às vezes a idéia aparece e você coloca em prática, às vezes começa com um instrumental que você depois escreve uma letra para ele e às vezes você começa com a idéia de escrever a letra e depois faz a música para a mesma... É pura inspiração! Já fiz músicas sem inspiração também, mas as que fizeram sucesso vieram num simples click na cabeça.

Por que Frozen? Bem... Um dia recebi de um amigo, várias músicas novas, dentre as quais vieram algumas acapellas. Nessa coletânea, tinha Frozen. Por ser uma música que sempre gostei, principalmente por causa da letra que acho muito bonita, decidi fazer o remix. Mas não queria um simples remix. Queria fazer algo totalmente diferente e então decidi misturar algo bem brasileiro.

A Bossa Nova é um dos nossos ritmos que mais se destaca lá fora e sua sonoridade

suave e contagiante caiu perfeitamente com o que eu queria fazer.

E já que entramos no assunto Madonna, quem é a artista Madonna para você?
A artista Madonna para mim é um sucesso que nunca acaba.

Um sucesso que sempre se renova, trazendo idéias incríveis, tanto musicalmente como em seus fantásticos shows. Madonna também é uma artista que sempre reconheceu e valorizou o trabalho dos DJs e dos produtores que remixam suas músicas.

Qual o seu top 5 Madonna

?
Difícil escolher só cinco, mas vamos lá:
01. Everybody
02. Holiday
03. Music
04. Hung Up
05. Give it to me.

Acredito que como DJ, você deve ouvir muitas produções, mixagens de músicas da Madonna, profissionais e amadoras, tem alguma preferida que você destacaria?
Procuro sempre ouvir as músicas da Madonna, primeiro porque gosto e depois porque ela sempre está lançando novas tendências musicais... Ela sempre trabalha com os melhores DJs e  produtores do mundo e por isso está sempre lançando batidas e timbres novos.

Dentre os remixes que eu conheço, destaco um remix que eu tocava nos anos 80 de Open Your Heart, mas infelizmente não recordo de quem era.

Cialis pharmacy Me lembro que Shep Pettibone, Latin Rascals, Jelly Bean eram alguns dos DJs da época em que comecei a discotecar que remixavam músicas da Madonna.

Por fim, manda aí uma mensagem para os fãs de Madonna...
Primeiramente gostaria de agradecer todo o suporte que tenho recebido de vários canais ligados à Madonna, assim como o fã clube oficial no Brasil e espero que gostem da minha produção, que será lançada dia 14/06/2011 no meu canal do Youtube: http://www.youtube.com/user/Dedew07. Convido-os também a participarem da minha página no Facebook, onde encontrarão todas as minhas produções, agenda e trabalhos: http://www.facebook.com/ricardocoppini

Última atualização em Qui, 09 de Fevereiro de 2012 17:30
 
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